quinta-feira, 6 de julho de 2017

Negligência

Bati à porta.
Quando abriu, sorri envergonhada e, ligeiramente, estiquei o braço, entregando  uma semente – que ele recebeu em sua mão esquerda.
Não me encarou e, ainda meio desconfiado, deu um passo para trás.
Sai e senti quando a porta fechou.
Trancou!
E senti, no fundo d’alma, quando, com desdém, meu pedaço de esperança foi atirado pela janela...

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